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Organização
do Treinamento Desportivo |
voltar
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Gomes
(1997) relata que para atingir o resultado desportivo de alto nível,
devemos organizar o processo de treino em várias etapas, as quais mostram
uma variedade de formas de organização do treinamento desportivo. Nesta
proposta, para se atingir o objetivo principal, deve-se elaborar os
programas de treino através de:
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Treinamento
de muitos anos
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O
nível atual de performance em competições atingiu um patamar, que
só os atletas que se dedicam à atividade desportiva e correlatas
durante muitos anos, possuem condições de um alto rendimento.
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O
processo de preparação de muitos anos significa o nível
estrutural superior em que são planejadas as tarefas gerais que
determinam a estratégia de consecução racional do alto nível
desportivo.
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Gomes
& Teixeira (1997) dividem o processo de preparação em várias
etapas:
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1a
Etapa:
Preparação Preliminar — nesta etapa os iniciantes
treinam por volta de 150 a 300 horas anuais, sendo que o volume
ocupa cerca de 75-90% do trabalho geral, ficando o trabalho específico/especial
com 10-25%
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2a
Etapa:
Especialização Desportiva Inicial — durante o ano
são destinadas cerca de 300 a 360 horas de atividades. Sendo que os
jovens dedicam de 50-75% do tempo total a preparação geral
(volume) e de 25~50O/o a
preparação especifica/especial.
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3a
Etapa: Especialização
aprofundada — os atletas utilizam de 600 a 1000 horas
de treinamento anual e destinam a preparação geral de 25-50% e 50-75%
a preparação especifica/especial.
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4a
Etapa:
Resultados desportivos Superiores — nesta etapa os
atletas dedicam 1000-1500 horas ao treinamento integral durante o
ano, dos quais 15-25% são atividades genéricas e 75-85% dedicados
ao treinamento específico.
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5a
Etapa:
Manutenção dos resultados — durante esta etapa
devemos priorizar o treinamento específico/especial que ocorre por
volta de 85-90%
do tempo total do treinamento, restando então de 10-15% para a
preparação generalizada.
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Para
Platonov (1984), a proporção do trabalho anual informa os
objetivos preferencialmente determinados sobre o processo de
treinamento. Estes valores devem estar em conformidade com a
modalidade praticada.
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Na
visão da maioria dos autores (Zakhorov,1992; Gomes,1996; Platonov,1984),
os primeiros anos de preparação de muitos anos caracterizam-se
predominantemente pelo aumento do volume do trabalho de treino. Com
o passar dos anos, ocorre uma elevação gradual da participação
do trabalho intensivo no tempo total de treino. Nas etapas iniciais
este aumento pode representar até 30~40o/o do volume de
treinamento, sendo que ocorre uma diminuição gradativa a medida
que aproxima de um nível superior, representando 15-20% no aumento
do volume e 6-15% na
intensidade.
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Ciclo
Olímpico de Treinamento
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Nas
grandes potências mundiais no esporte, a uma constante preocupação
com o bom desempenho das suas equipes e/ou atletas nos Jogos Olímpicos,
que acontece a cada 4 anos. Baseado nesta afirmação, o Ciclo Olímpico
de Treinamento está fundamentado na idéia de estruturação do
processo de treino durante os quatros anos que separam uma olimpíada
da outra. Como é comum, os atletas de alto nível ao terminar um
ciclo olímpico, programam suas temporadas visando a próxima olimpíada,
e para isso organizam uma série de macrociclos, ou seja, quatro
temporadas de treinamento com duração de um ano cada, das quais
distribuem as cargas de treinos e vão intensificando gradativamente
a cada macrociclo com o objetivo de atingir na quarta temporada a
melhor forma desportiva.
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Macrociclo
de treino
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O
macrociclo é o planejamento do treinamento das atividades dentro de
um tempo pré estabelecido, que possibilite uma resposta fisiológica
e morfológica das metas propostas.
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Os
macrociclos possibilitam possíveis mudanças e/ou adaptações
dependendo das respostas morfo-flsiológicas apresentadas pelo
atleta ao longo da planificação ou de possíveis alterações que
possam ocorrer em relação a enfermidades, viagens, contratempos e
outros.
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Matveev
(1981), apresenta um processo de desenvolvimento da forma desportiva
dividida em uma seqüência de três fases: Aquisição, manutenção
e perda temporária.
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A
temporada de treinamento (macrociclo) deve ser dividida em períodos,
os quais permitirão que o treinador organize as cargas de treino e
as controle.
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1.
Período Preparatório -
E o que assegura o desenvolvimento das capacidades
funcionais do organismo do atleta e tem como objetivo resolver as
tarefas de aperfeiçoamento de vários aspectos específicos do
estado de preparação do atleta. Este período é subdividido em
duas etapas : Geral
e Especial.
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2.
Período Competitivo -
Neste
período devemos compor a estrutura do treino, voltado diretamente
para a realização das atividades específicas do esporte e criar
condições para a manutenção da forma desportiva.
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3.
Período Transitório -
Este
período contribui para a recuperação completa ou parcial da
adaptação do organismo do desportista e serve de elo de ligação
entre os vários macrociclos de preparação.
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O
tempo de duração de cada período e etapa está diretamente
relacionada com o tipo de esporte e com os objetivos da temporada de
treinamento. Normalmente nos esportes cíclicos (individuais), o período
de preparação apresenta uma duração maior do que nos esportes acíclicos
(coletivos), e isso se explica pelo fato de que, nos esportes
individuais pelas suas características de competição , o
treinador deve selecionar meios para propiciar o desenvolvimento das
capacidades máximas dos atletas.
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Mesociclo
de treino
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É
um período de treinamento que engloba uma seqüência ordenada de
microciclos, caracterizando uma determinada estrutura organizacional
dentro de uma periodização. Segundo Dantas (1995) os mesociclos
possibilitam a obtenção de um resultado cumulativo das cargas
utilizadas em cada microciclo e adequando-as à reação que o
organismo do indivíduo é capaz de oferecer no transcurso do tempo.
|
|
Para
possibilitar um melhor aproveitamento das cargas de treino e conseqüentemente,
a preparação para os mesociclos posteriores, a duração dos
mesociclos devem ser de 3 a 6 semanas.
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O
Mesociclo apresenta uma série de características que nos permitem
classificá-lo:
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Lugar
do mesociclo no sistema de treino;
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Tipos
de microciclo que compõem o conteúdo do mesociclo;
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Composição
dos tipos de treinos aplicados no mesociclo;
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Aplicação
sistemática das cargas e sua dinâmica do mesociclo.
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Podemos
classificar os Mesociclos em:
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1)
Incorporação ( adaptação ) -
É
utilizado no início do período de preparação, visando
possibilitar a passagem do atleta da situação de repouso ativo
para a de treinamento. Para o mesociclo de incorporação, é
característica a intensidade relativamente baixa com aumento
gradual do volume geral de exercícios.
|
|
2)
Básico -
Este nome generalizado reúne alguns tipos de mesociclos, nos quais
se realiza o principal trabalho de treino quanto ao aperfeiçoamento
de diversos aspectos da preparação do atleta. Os estímulos
utilizados deverão propiciar uma nova adaptação do estado
morfofuncional do atleta.
|
|
3)
Estabilizador -
Visa à consolidação das mudanças obtidas anteriormente, que são
asseguradas pela redução insignificante ou a estabilização da
grandeza alcançada antes das cargas.
|
|
4)
Preparatório de Controle -
E geralmente com este mesociclo que termina o período preparatório.
O trabalho de treino é combinado com a participação em competições
(por vezes unidas numa série de partidas), que desempenham a função
preparatória de controle. Os problemas detectados deverão ser de
pronto atacados de forma a não prejudicar as performances futuras
esperadas.
|
|
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rdana" size="1">5)
Pré-competitivo
- É empregado antes de competições muito importantes e
apenas para atletas de alta qualificação. Procura, através da
aplicação maciça de cargas importantes e períodos relativamente
amplos de recuperação, provocar uma quebra na razão de
crescimento do condicionamento do atleta conduzindo-o a patamares
mais elevados de performance.
|
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6)
Competitivo -
Não possui estrutura pré-estabelecida, pois as exigências da
periodização se subordinam às necessidades de performance.
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7)
Transição -
Visa principiar a recuperação metabólica e psicológica
adequadas, por meio de uma recuperação ativa.
|
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Microciclo
de treino:
|
|
Representa
um somatório de sessões de treinamento em um período normalmente
utilizado de uma semana. O número de sessões em um microciclo
varia de três a oito vezes, dependendo da condição física
inicial do atleta e do objetivo do programa.
|
|
A
distribuição das sessões ao longo da semana, depende do tempo
disponível do atleta e do intervalo de recuperação.
|
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Os
microciclos podem ser subdivididos e compreendidos como:
|
|
1.
Adaptação ou Incorporação -
É caracterizado por uma intensidade de trabalho entre 40 a 60% de
um possível máximo apresentado pelo atleta. E normalmente
utilizado no início do programa de condicionamento físico e serve
como preparação do aparelho cardiovascular e neuromotor à cargas
de intensidade superiores.
|
|
2.
Desenvolvimento ou ordinário —
Visa provocar adaptações orgânicas desejáveis, capazes de
aumentar o nível de condicionamento geral do atleta. E
caracterizado por uma intensidade de trabalho entre 60 a 80% do máximo.
|
|
3.
Recuperativo -
Caracteriza-se por apresentar estímulos reduzidos e um número
maior de dias de repouso, possibilitando uma adequada recuperação
metabólica ativa.
|
|
4.
Recuperativo de Apoio -
Reduz consideravelmente os ritmos de perda de preparo do
atleta, assegurando com isto a recuperação efetiva dos sistemas
que ficam num estado reprimido.
|
|
5.
Choque
- Este
tipo de microciclo caracteriza o ápice da aplicação de carga de
um mesociclo. Este ápice pode ser de volume se o mesociclo for da
fase básica ou de intensidade no caso de estar localizado na fase
específica. As cargas de trabalho variam entre 80-l00% do máximo.
|
|
6.
Estabilizador -
É aplicado com o objetivo de assegurar a
estabilidade do estado do organismo do atleta.
|
|
7.
Preparatório
de Controle - Combina-se
o trabalho de treinamento com a participação em competições de
controle e a execução de exercícios de teste. De acordo com os
resultados obtidos, faz-se a correção para as etapas posteriores
de preparação do atleta.
|
|
8.
Pré-competitivo -
A tarefa deste microciclo consiste em assegurar o estado de
prontidão otimizada corrente para o dia das competições, graças
à mobilização de todas as capacidades potenciais do atleta,
acumuladas no processo de preparação precedente, e a adaptação
às condições específicas destas competições. O microciclo pré-competitivo
inclui alguns últimos dias antes das competições principais.
|
|
9.
Competitivo -
Não possui estrutura pré determinada. O regulamento e a forma
de competição é que estipularão como serão ordenadas as
atividades do ciclo. A performance passa a ter prioridade absoluta e
todas as ações serão realizadas buscando a eficácia máxima.
|
|
Quanto
as cargas de treino distribuídas ao longo da semana, o microciclo
pode ser:
|
|
|
Carga
Regular:
são atividades realizadas em uma mesma zona de
intensidade.
|
|
|
Ex.:
corrida 3 vezes por semana, durante 50 minutos, a 5
minutos por quilômetros (10 km) ou em uma freqüência
cardíaca entre 130 -140 bpm.
|
|

|
|
|
|
Carga
Crescente:
são atividades em que a intensidade e/ou volume do esforço
apresentam uma elevação durante a semana.
|
Ex.:
|
Segunda
|
Quarta
|
Sexta
|
|
Corrida
40’
|
Corrida
45’
|
Corrida
50’
|
|
|
Carga
Decrescente: Ocorre uma diminuição gradual do volume
e/ou intensidade da carga no microciclo.
|
|
Segunda
|
Quarta
|
Sexta
|
|
Corrida
16km/h
|
Corrida
15km/h
|
Corrida
14km/h
|
|
|
Carga
Crescente-Decrescente:
Ocorre um aumento gradativo de carga do início até o meio da
semana, seguindo de uma diminuição gradual até o final.
|
|
Segunda
|
Terça
|
Quarta
|
Quinta
|
Sexta
|
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Corrida
60%
VO2
máx
|
Corrida
70%
VO2
máx
|
Corrida
80%
VO2
máx
|
Corrida
75%
VO2
máx
|
Corrida
65%
VO2
máx
|
|
|
Carga
Variável:
São cargas de estímulos diferentes baseada na interação
dos efeitos do treino observando a duração, a intensidade e os
processos recuperativos.
|
|
Segunda
|
Terça
|
Quarta
|
Quinta
|
Sexta
|
Musculação
60%
1RM
|
Corrida
70%
VO2
máx
|
Musculação
60%
1RM
|
Corrida
70%
VO2
máx
|
Musculação
60%
1RM
|
|
|
Sessão
de treino:
|
|
Representa
um sistema de exercícios relativamente isolado no tempo (Zakharov,1992),
é dotada de propriedades que permitem uma orientação
supervisionada com características distintas, dependendo do
objetivo do treino no microciclo. A cada sessão de treino o atleta
poderá ser exigido em intensidade e volume constante ou
diferenciados, com o objetivo de resolver uma tarefa específica
relacionada com o aperfeiçoamento técnico-tático e o grau de
preparação física especial do desportista. Na sessão deve ser
incluída uma estrutura monolítica rigorosamente dosificada e
organizada buscando-se uma combinação racional entre o treino e o
descanso.
|
|
Existem
várias possibilidades de alternâncias de estímulos em uma sessão
de treino:
|

|
Intensidade:
fraca, moderada, limiar, forte.
|
|

|
Volume:
baixo, médio, alto.
|
|

|
Exercícios
neuromusculares.
|
|

|
Exercícios
cardiorespiratórios.
|
|

|
Duração
dos intervalos.
|
|

|
Ordem
anatômica de execução dos exercícios, etc.
|
|
|
A
sessão de treino segue aos mesmos parâmetros de qualquer aula de
educação física, ou seja, dividi-se em três partes:
|

|
1o
Parte — preparatória;
|
|

|
2o
Parte — principal (básica);
|
|

|
3o
Parte — volta à calma ( final).
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|
|
Parte
Preparatória
|
|
1.
Organização —
diálogo:
|

|
Explicação
do objetivo;
|
|

|
Registro
dos presentes;
|
|

|
Como
será desenvolvido o treinamento;
|
|

|
Preparo
dos equipamentos;
<
\n';
document.write(barra);
}
}
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/td>
|
|

|
Conscientização
e motivação do grupo.
|
|
|
II.
Aquecimento:
|

|
Geral:
ativar os sistemas funcionais:
cardiorespiratório, vascular, aumentar a
temperatura interna corporal, etc...
|
|

|
Específico:
deve aproximar ao máximo do conteúdo específico
do desporto praticado.
|
|
|
IIa
Efeitos Fisiológicos:
|

|
Elevação
da excitação do centro nervoso, aumento de
contração de fibras nervosas;
|
|

|
Melhora
do funcionamento do sistema cardiorespiratório,
aumenta a F.C., volume pulmonar;
|
|

|
Influi
positivamente na termorregulação,
melhorando o intercâmbio térmico, etc...
|
|

|
Aumenta
a velocidade de reações químicas.
|
|
|
Ilb
Sequência do aquecimento
|

|
O
ideal é partir dos grupos musculares
pequenos para os grandes, a duração
dependerá do desporto, da idade e da
temperatura.
|
|
|
|
|
Tempo
de aquecimento:
|
Temperatura
10o -
|
Mínimo
de 50 minutos
|
|
Temperatura
05o -
|
Mínimo
de 35 minutos
|
|
Temperatura
08o +
|
Mínimo
de 25 minutos
|
|
Temperatura
10o +
|
Mínimo
de 20 minutos
|
|
Temperatura
15o +
|
Mínimo
de 16 minutos
|
|
Temperatura
20o +
|
Mínimo
de 13 minutos
|
|
Temperatura
30o +
|
Mínimo
de 06 minutos
|
|
|
Parte
básica:
|
|
a)
Trabalho seletivo:
aplicação de somente uma qualidade de trabalho: Ex.:
treinamento técnico ou físico.
1a
variante: utilização de um só meio;
2a
variante: combinação de vários meios.
|
|
b)
Trabalho seletivo integral:
aplicação de várias qualidades de trabalho, a seqüência
de exercícios determinará o efeito.
Obs.:
Deve-se trabalhar 1o o sistema neuromuscular
depois o orgânico, portanto: trabalhos como flexibilidade,
velocidade, coordenação, técnica, força, devem ser desenvolvidos
logo após o aquecimento.
|
|
Parte
Conclusiva :
|
|
O
objetivo é assegurar a transição do estado ativo para o passivo.
Os exercícios conclusivos dependem da parte básica, em geral, são
exercícios cíclicos: corrida lenta (trote), caminhada, ginástica
leve, exercícios aquáticos....
|
|
Aquecimento
pré-competitivo
|
|
Esta
é a principal reserva para mobilizar o atleta na competição.
|
|
Início:
± 1 hora antes da
competição.
|
|
Parte
geral: não diferencia muito dos aquecimentos de treinamento, apenas
são mais profundos.
|
|
Desportos
de força rápida (explosiva): na parte principal ter o cuidado para
não realizar esforço máximo, devem ser paulatinos e variados
(explosivos).
|
|
Tempo
ideal para competir: nos desportos de sprint ±
6 a 8 minutos após o
aquecimento, onde o atleta apresenta sua melhor capacidade de
excitabilidade muscular.
|
|
Unidade
de treino
|
|
Trata-se
da união de mais de uma sessão de treino, atualmente nos esportes
de alto nível, os treinadores tem procurado sub-dividir as tarefas
diárias de treinamento em mais de uma sessão ao dia. Dependendo da
modalidade desportiva e do condicionamento geral do atleta, pode-se
chegar a 4-5 sessões por dia.
|
|
O
objetivo da Unidade de treino é o de submeter o atleta ao trabalho
em bom estado de recuperação, aproveitando assim para treinar em
um elevado nível de qualidade. Por outro lado o treino em várias
sessões, deve ser feito respeitando a capacidade de recuperação
das diversas características fisiológicas.
|
|
Combinações
admissíveis de cargas de diferentes orientações fisiológicas na
sessão de treinamento (Volkov,1986; citado por Zakhorov,1992).
|
|
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-mode: line; mso-bidi-font-family: Times New Roman">Seqüência
de Execução de cargas
|
Caráter
do próximo efeito de treinamento
|
|
Treino
anaeróbio alático
+
anaeróbio glicolitico
|
Anaeróbio
glicolítico
|
|
Anaeróbio
alático
±
aeróbio
|
Aeróbio
|
|
Anaeróbio
glicolítico(volume pequeno)
+
aeróbio
|
Aeróbio
|
|
Aeróbio(em
volume pequeno)
+
anaeróbio alático
|
Alático
anaeróbio
|
|
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Informações sobre o
autor.
Copyright © 2001 por Vinicius
Damasceno. Todos os direitos reservados |
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