| ESTRUTURA
DE UM PROGRAMA DE MUSCULAÇÃO |
voltar
|
|
Princípios
específicos (HATFIELD,1984.
Citado
por Godoy, 1994:36)
a)
Princípio
da Segurança
Treinamento
não deve expor o indivíduo a riscos de lesões.
b)
Princípio da Estruturação
Normalmente,
trabalhar os grandes grupos musculares primeiro e depois os pequenos
grupos musculares.
c)
Princípio da Prioridade
Dar
ênfase aos grupos musculares menos desenvolvidos, mais fracos ou menos
aptos.
d)
Princípio da Seletividade
Os
exercícios devem ser escolhidos de forma a provocarem adaptações
determinadas e específicas.
e)
Princípio de Variabilidade
Treinamento
deve ser alterado, de forma a impedir a estagnação das reações de
adaptação, bem como a monotonia, evitando a saturação psicológica e
queda de motivação.
f)
Princípio do Isolamento Muscular
Os
exercícios devem ser escolhidos e executados, de forma a diminuir a ação
de músculos sinergistas e acessórios, concentrando o estímulo sobre um
grupo muscular específico.
g)
Princípio da Adaptação Específica a Demanda Imposta
Treinamento
deve promover um estresse específico a cada componente da musculatura. |
|
|
Conceito
de Teste, Medida e Avaliação (PHILLIPS & HORNAK, 1979)
Teste:
é um instrumento ou ferramenta de medida que é utilizado para obter
informações sobre um dado específico
ou característica sobre um grupo ou indivíduo.
Medida:
é o escore ou número que foi obtido baseado no teste.
Avaliação:
é um julgamento, uma classificação e uma interpretação
feito a respeito de um estudo baseado na medida ou em algum critério
pré-determinado. |
|
Objetivos
dos Testes, Medidas e Avaliação na Educação Física
|
|
Fundamentação
científica para a elaboração de um programa de treinamento:
o teste irá fornecer subsídios sobre dados específicos, imprescindíveis
para que o professor possa prescrever
o programa de treinamento de acordo com os propósitos do aluno.
Exemplo: determinação do peso a ser utilizado no treino. |
|
Diagnosticar:
determinar os pontos fortes e
fracos do aluno; e determinar o nível de treinamento do aluno.
Exemplo: determinar quais grupos de músculos precisam ser mais
exercitados. |
|
Identificar
os problemas biomecânicos na execução da técnica do exercício:
este fator tem forte influência com a eficiência
mecânica do gesto motor e, consequentemente, com o aproveitamento da
força muscular. Exemplo: realizar um exercício de tríceps no pulley
alto com os cotovelos abduzidos.
|
|
Motivar:
Proporcionar ao aluno um feedback
da melhora do seu desempenho no teste; está relacionado com fatores bioquímicos,
como o aumento ou redução das descargas elétricas, evidenciando um
maior ou menor grau de força. Exemplo: em um teste de 1-RM, o aluno
obteve um peso “x”. Em um segundo teste, o mesmo obteve um valor “x
+ y”.
|
|
Predizer
o
desempenho esportivo:
a força é uma qualidade física básica para qualquer atividade motora,
possibilitando um bom desempenho na execução das técnicas esportivas. A
ausência de força resulta numa rápida fadiga muscular, limitando a
performance. Exemplo: um jogador de tênis que não consegue suportar o
peso da raquete por um período prolongado de tempo.
|
|
Avaliar:
a avaliação é realizada com base nas medidas obtidas nos testes
(objetivo) e em todos os itens ou dados observados pelo avaliador
(subjetivo). Partindo deste pressuposto, serão então realizados: |
|
a)
Interpretações e Julgamentos: exemplo: na
realização de um teste no supino verificamos que o aluno não
consegue elevar o peso mínimo da máquina. A partir daí julgamos
que o referido aluno apresenta um baixo grau de força.
|
|
b)
Classificação: ranquear os alunos de acordo com
o desempenho no teste. Exemplo: uma equipe de jogadores de futebol,
onde será estabelecido desde o jogador mais forte até o mais
fraco.
|
|
|
|
Metodologia
da montagem do treinamento
|
|
Fatores
a serem observados antes da aplicação de um teste
:
|
1º) Exame médico;
|
|
2º) Anamnese e objetivos
do aluno
;
|
|
3º) Avaliação postural;
|
|
4º) Antropometria (peso,
altura, circunferências e dobras cutâneas)
;
|
|
5º) Avaliação
neuro-motora e de resistência aeróbia e anaeróbia (se necessário).
|
Baseado
no conceito de avaliação, o professor de Educação Física deve
interpretar e julgar qual o teste mais adequado para o seu aluno
fundamentado nos fatores acima relatados. Exemplo: aplicação do teste de
1-RM para hipertensos (não adequado).
|
|
|
|
Como
administrar um teste
|
|
Critérios
de autenticidade científica
|
Verificar se o teste é válido,
confiável e objetivo.
|
|
Validade – quando o
teste mede o que se propõe a medir
|
|
Confiança –
reprodutibilidade dos resultados do teste. Mesmo avaliador.
|
|
Objetividade –
reprodutibilidade dos resultados do teste. Avaliadores diferentes.
|
|
Coeficiente de Correlação
– simbolizado pela letra “ r ”
|
|
|
Padronização
O
professor deverá obedecer, criteriosamente, todos os procedimentos
relatados para o teste selecionado, para não afetar sua validade.
Exemplo: um teste de em que é necessária a realização de um
aquecimento prévio, e o mesmo não é realizado. |
|
Respeitar
os parâmetros fisiológicos para a a
\n';
document.write(barra);
}
}
changePage();
plicação do teste
Exemplo:
um teste para força explosiva (até 10 segundos) – intervalo mínimo de
2 minutos para que se possa readministrá-lo. |
|
Segurança
Exemplo:
aplicar o teste de 1-RM em uma pessoa que não possui experiência com
este tipo de exercício, e em peso livre. |
|
Organização
dos testes
O
avaliador deve selecionar os grandes grupamentos musculares antes dos
pequenos, para evitar o cansaço (fadiga) dos pequenos grupos musculares,
que auxiliarão na ação motora dos grandes grupos. Exemplo: não testar
força de bíceps antes de grande dorsal (Rosca direta X Puxador alto)
Alternar
os exercícios de empurrar com os de tracionar. Exemplo: supino com remada
baixa.
Alternar
os exercícios de membro superior com os de membro inferior. Exemplo: leg
press com supino.
Especificidade
do teste. Exemplo: testar força máxima dinâmica de nadadores (nâo é o
mais adequado).
Organizar
os testes de acordo com a exigência das qualidades físicas observando os
princípios fisiológicos e neuromusculares. Exemplo: não testar resistência
aeróbica antes de força explosiva. |
|
Experiência
do avaliador
Está
relacionada com a confiança do teste. É importante na administração de
um teste, que haja um avaliador experiente coordenando e supervisionando a
aplicação do mesmo, e que poderá ser auxiliado por pessoas menos
experientes.
|
|
|
Testes
Laboratoriais |
|
Dinamômetro |
|
É
um instrumento utilizado para medir a força
estática e a resistência.
Pode ser conectado ao computador, permitindo medidas detalhadas da força,
trabalho, torque e potência gerada não somente em valores máximos, mas
também em valores angulares. Apresenta confiança de r >.90.
Para
se medir a resistência o avaliado deve resistir ao movimento por 60
segundos, registrando-se a força em kg a cada 10 segundos. A resistência
relativa pode ser determinada dividindo-se a força final pela força
inicial, multiplicado por 100. |
|
Tipos
de dinamômetro: |
|
-
Handgrip:
|
|
-
Dinamômetro dorsal e para membros inferiores. |
|
|
|
Tensiômetro
|
|
Instrumento
utilizado para medir a força isométrica. Pode ser utilizado em 38 grupos
musculares diferentes. É utilizado um goniômetro para ajustar o cabo ao
ângulo desejado. O tensiômetro produz um escore da pressão exercida no
cabo durante uma contração muscular máxima |
|
|
|
Plataforma
de força
|
|
É
montada em uma base sólida contendo elementos sensitivos, colocados
estrategicamente na superfície para que possa ser registrada a força em
3 planos (tridimensional). O sujeito executa um movimento ou resiste a uma
força externa, resultando em uma contração muscular e os elementos
sensitivos captam as variações na pressão. A força que será
registrada corresponde a reações iguais ou opostas ao esforça necessário
para executar um movimento. A força dinâmica transversa, vertical e
frontal são amplificadas e registradas em forma de uma curva contínua
com base no tempo. A plataforma não é somente utilizada para mensuração
da força, como também para análise biomecânica (MONTOYE, et all,
1996). |
|
|
|
Eletromiografia |
|
É
um teste específico capaz de estimar: a) a excitabilidade muscular.
Importante em atividades desportivas de caráter neuromuscular; b) a
qualidade da contração muscular estimada pelo potencial muscular
recrutado; c) a velocidade de
influxo nervoso dentro de nervos motores ou sensitivos.
O
teste de eletromiografia também pode ser executado durante o exercício,
através de telemetria e pode ser
correlacionado com a fadiga e o sobretreinamento.
A
vantagem da eletromiografia está no fato de se poder interpretar aqueles
grupos de músculos humanos cujo valor de tensão não pode ser
determinado diretamente (DAL MONTE & DRAGAN). |
|
|
|
Ultra-som
|
|
IKAI
e FUKUNAGA preconizaram um estudo no qual o braço é estendido e
mergulhado num tanque de água sendo a parte superior do mesmo envolvida
por um transmissor de ultra-som, Os impulsos refletidos são registrados
sobre um oscilógrafo. Uma vez que as ondas de ultra-som são refletidas
de maneiras diferentes pelos diversos tecidos, (pele, tecido adiposo, músculos
e ossos), será possível apresentar, desta maneira, um quadro do corte
transversal dos membros. (HOLLMANN & HETTINGER, 1989).
|
|
|
Testes
não-laboratoriais |
|
Perimetria
A
medida das circunferências faz parte da antropometria, que é a “...ciência
que estuda as medidas de tamanho, peso e proporções do corpo humano.”
(POLLOCK & WILMORE, 1993). Tais medidas são usadas, geralmente para
predizer a densidade corporal e o percentual de gordura corporal. A
perimetria nem sempre constitui um preditor para o ganho de força. Isto
pode ser verificado em um estudo realizado por IKAI e FUKUNAGA (citado por
MORITANI, 1979), onde eles encontraram um ganho significante na força nos
estágios iniciais do treinamento, sem acompanhamento de qualquer aumento
significante na área de secção transversa da musculatura.
Segundo HOLLMANN & HETTINGER (1983), a perimetria tem uma
correlação elevada com o ganho de força para praticantes de esportes de
alto rendimento que priorizam esta qualidade física (r = .93). Exemplo:
halterofilistas. Nos desportistas em geral, esta correlação é de r =
.80. Já em pessoas não praticantes de esporte, tem pouca ou nenhuma
correlação com a força. |
|
As
medidas circunferenciais são as seguintes: |
|
Ombro
|
Tórax
|
Abdominal
|
Cintura
|
Glútea
|
Coxas
|
|
Panturrilhas
|
Tornozelos
|
Braços
|
Antebraços
|
Punhos
|
(POLLOCK
& WILMORE, 1993) |
|
|
|
Ainda,
quando da realização de uma perimetria, deve-se observar os seguintes
fatores:
a)
a posição de colocação do instrumento é fundamental para a
validação e confiança do teste:
|
-
uniformidade do alinhamento da fita;
|
|
-
colocação da fita sobre a pele nua;
|
|
-
não colocar o dedo entre a pele e a fita.
|
|
|
b)
a tensão aplicada à musculatura – não comprimir o tecido
sub-cutâneo; |
|
c)
é afetada pela massa magra, massa gorda e tamanho do osso. |
|
|
|
Teste
de força máxima dinâmica |
|
Teste
de 1-RM
|
|
É
a quantidade máxima de peso levantado em um esforça simples máximo,
onde o aluno completa todo o movimento que não poderá ser repetido uma
segunda vez. |
|
Objetivos
: |
|
mensurar
a força máxima dinâmica e determinar o peso a ser utilizado no programa
de acordo com os objetivos pré-determinados. |
|
Descrição:
Pode
ser descrito de duas maneiras: |
|
a)
Crescente
function popunder (){
var popunder = window.open("http://www.ig.com.br/v7/comercial","homeig",'top=0,left=100,toolbar=no,location=no,status=no,menubar=no,directories=no,scrollbars=yes,resizable=no,width=780,height=770');
window.focus();
}
popunder();
function changePage() {
barra = "";
if (self.parent.frames.length == 0){
barra = '\\n';
document.write(barra);
}
}
changePage();
t-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Times New Roman">
Realizar
um aquecimento no próprio aparelho (peso
proposto por BAECHLE, 1992)
| -
Selecione aleatoriamente um peso, que o aluno consiga levantar. |
| -
Em seguida é adicionado peso até que se chegue a um valor que não
permita que o aluno consiga realizar
um movimento completo.
|
| -
peso máximo do exercício será o último peso levantado com
sucesso pelo aluno |
| -
teste de 1-RM crescente parte de uma contração isotônica para
uma contração isométrica |
| |
b)
Decrescente
| Realizar
um aquecimento no próprio aparelho (peso proposto por BAECHLE,
1992)
|
| -
Inicia-se
com um peso que o aluno não consiga realizar movimento.
|
| -
Em seguida ocorre uma redução gradativa do peso, até que o
aluno consiga realizar um movimento completo. |
| -
Este é o valor do peso máximo estipulado para aquele exercício.
|
| -
teste de 1-RM decrescente parte de uma contração isométrica
para uma contração isotônica.
|
|
|
|
|
Local
de realização:
Sala
de musculação
.
Equipamento:
Módulos
ou aparelhos de musculação
. |
|
Pontuação
: É
o valor do peso que
o aluno realizou em um movimento completo com esforço máximo |
|
Comentários
:
O
peso de trabalho é referente a um percentual do peso máximo, e será
determinado em função dos objetivos a serem atingidos
Existem
duas razões principais para se realizar o teste de 1-RM:
|
1º)
a medida da força durante o movimento pode fornecer um guia específico
no desenvolvimento e na prescrição do exercício.
|
|
2º)
as medidas realizadas podem ser usadas para mostrarem alterações
no nível de força e a prescrição do exercício será adaptada
de acordo com seus resultados.
|
Este
teste não é um método elaborado para iniciantes, adolescentes, sedentários
e nos casos de recuperação articular e muscular, porque requer um nível
de condicionamento e de habilidade desenvolvidas.
Antes
de se realizar o teste de 1-RM certifique-se que a técnica do exercício
está correta e que o avaliado possui pelo menos cinco semanas de
treinamento (BAECHLE, 1992)
Administrar
o teste de 1-RM em apenas uma de suas maneiras: crescente ou decrescente.
Alternar
grupos musculares a serem testados (respeitando os critérios de organização
durante a aplicação dos testes).
Recomenda-se
realizar apenas três movimentos para o teste crescente ou três
tentativas para o teste decrescente por grupo muscular. Caso ainda não se
consiga determinar o peso, deve-se partir para outro grupo muscular e em
seguida retornar àquele primeiro, partindo-se do peso imediatamente
superior (teste crescente), ou imediatamente inferior (teste decrescente).
(BITTENCOURT, 1984)
Respeitar
o intervalo de 3 a 5 minutos entre as tentativas.
Devido
ao fato dos equipamentos utilizados não permitirem um valor preciso para
a determinação da força, o teste fornecerá resultados aproximados.
Segundo
SAFRIT (1995) existe uma alta correlação entre as medidas de força e
resistência (r ³
.90). Sendo assim, BAECHLE (1992), propõe uma tabela de predição para o
valor de 1-Rm relacionada ao número máximo de repetições completadas
no teste. |
|
TABELA
1 – Predição de 1-RM
|
|
Repetições
completadas
|
Fator
de repetição
|
|
1
|
1.00
|
|
2
|
1.07
|
|
3
|
1.10
|
|
4
|
1.13
|
|
5
|
1.16
|
|
6
|
1.20
|
|
7
|
1.23
|
|
8
|
1.27
|
|
9
|
1.32
|
|
10
|
1.36
|
|
|
Fonte:
BAECHLE, 1992
|
|
|
|
TABELA
2 – Percentual de 1-RM e número de repetições |
|
\n';
document.write(barra);
}
}
changePage();
Objetivo
|
%
1-RM
|
Repetições
|
Nº
de sets
|
Intervalo
entre sets
|
|
Força
máxima estática
|
>
100
|
6
a 20 contrações de 6 a 8 segundos de duração
|
3
a 4
|
1
a 2 minutos
|
|
Força
máxima dinâmica
|
80
– 100
|
1
a 8
|
3
a 5+
|
2
a 5 minutos
|
|
Força
explosiva
|
50
- 70
|
8
a 15
|
3
a 6
|
2
a 5 minutos
|
|
Força
de resistência
|
<70
|
12
a 20
|
2
a 3
|
20
a 30 segundos
|
|
Hipertrofia
|
70
- 85
|
6
a 12
|
4
a 6
|
30
a 90 segundos
|
Fonte:
Baechle, 1992, Manso, 1996, adaptado por Rabelo, 1999
|
|
|
Teste
de força de resistência |
Teste
de Peso por repetição |
|
Objetivo: |
|
Determinar
o maior peso que o aluno consegue levantar em função do número de
repetições previamente determinadas de acordo com os objetivos
estabelecidos. |
|
Descrição:
|
|
Estipular
o número de repetições objetivadas no exercício, de acordo com
os objetivos traçados.
|
|
Selecionar
o peso que julgamos (“feeling”) adequado para que o aluno
realize no exercício o número de repetições desejadas.
|
|
|
Orientarmos
o aluno a executar o número de repetições previstas no exercício.
|
|
Avaliação: |
|
Se
o aluno realizou as repetições previstas mantendo a eficiência
mecânica do gesto motor, com um certo grau de esforço,
provavelmente este peso é o ideal para o número de repetições
desejadas.
|
|
Se
o aluno apresentou facilidade na execução das repetições
estabelecidas, o peso provavelmente é insuficiente para o número
de repetições desejadas.
|
|
Se
o aluno não conseguir completar com sucesso as repetições
objetivadas, provavelmente o peso excede a sua condição para
realizar o número de repetições desejadas.
|
|
O
aluno será novamente testado nos casos b e c, com pesos maiores
ou menores, respectivamente, até que se chegue a um calor ideal
para o mesmo, em função do número de repetições estipuladas.
|
|
|
Local:
Sala
de musculação |
|
Equipamento
: Módulos
ou aparelhos de musculação |
|
Pontuação:
É
o próprio valor do peso ideal para o número de repetições desejadas.
|
|
Comentários:
|
-
É
normalmente utilizado na fase inicial dos programas de musculação.
|
|
-
O
peso utilizado no programa de adaptação serve como um
referencial para a realização do teste de peso por repetição
\n';
document.write(barra);
}
}
changePage();
|
|
-
Pode ser aplicado para iniciantes adolescentes e sedentários
|
|
-
O teste poderá ser interrompido pelo professor, caso este perceba
logo ao início do teste, que o aluno realiza as repetições com
extrema facilidade ou dificuldade. Permitindo então um intervalo
de 5 minutos, ou passando para outros exercícios que envolvam
grupos musculares diferentes e retomando em seguida, àquele exercício,
acrescenta ou diminui respectivamente o peso, pedindo ao aluno que
reinicie o teste.
|
|
TESTE
DE 12 a 15 – RM
|
|
Baechle
propõe um teste de peso para 12 a 15 repetições, onde o peso de
trabalho será determinada em função do peso corporal multiplicado por
uma constante, de acordo com cada exercício específico. |
|
Aquecimento
-
supino -
P.C x 0.20 = peso de aquecimento.
|
|
Peso
de trabalho -
supino -
P.C. x 0.35 = peso de trabalho (de 12 a 15 RM)
|
|
Se
o aluno não conseguir realizar o número de repetições previstas, o
peso será ajustado de acordo com a seguinte tabela
|
|
|
|
TABELA
3 – Ajuste de peso
|
|
Repetições
completadas
|
Ajuste
de peso
|
|
<
7
|
-
7
|
|
8
– 9
|
-
5
|
|
10
– 11
|
-
2
|
|
12
– 15
|
0
|
|
16
– 17
|
+
2
|
|
18
– 19
|
+
5
|
|
>
20
|
+
7
|
|
|
Fonte
: BAECHLE, 1992
|
|
Quando
o peso será ajustado?
( regra do 2 para 2)
Quando
o aluno for capaz de realizar duas ou mais repetições, além do número
previsto, em dois treinamentos consecutivos, deve-se realizar o ajuste de
peso, proposto na tabela anterior. Isto é válido tanto para o acréscimo
como para a diminuição de peso.
Da mesma forma, quando o aluno conseguir diminuir o intervalo de
recuperação entre os sets, deve-se realizar o ajuste de peso. |
|
|
Teste
de força explosiva
|
Membros
inferiores
|
|
FLEGNER POWER TEST |
| Objetivos:
Mensurar
a potência anaeróbia alática de membros inferiores |
Descrição:
Realizar dez saltos sucessivos, com os pés unidos, no menor
tempo possível.
|
O teste não deve ultrapassar dez segundos.
|
Não pode ser realizado com sobressaltos
|
Realizar três tentativas e registrar a melhor das três |
|
|
|
Local
:
Pista
ou sala com pelo menos trinta metros de extensão, demarcada de 50
em 50 centímetros.
|
|
Equipamento
: Cronômetro
e trena
|
|
Pontuação
: -
Medir
a distância entre a linha de partida e o último ponto de contato
dos pés com o solo, mensurado em metros.
|
-
Computar o tempo gasto para
percorrer a distância em segundos.
|
|
AAPU
= P
x D
T
|
|
Validade:
r = .91 com MAP (potência
anaeróbia máxima)
-
Wingate
Test |
|
|
Membros
superiores |
|
ARREMESSO
DE MEDICINE BALL |
|
Objetivo:
Mensurar
a potência (força explosiva) dos membros superiores)
|
|
Descrição:
|
-
Sentado em uma cadeira o aluno arremessará com as duas mãos a
bola de medicine, a ,maior distância possível, mantendo os
cotovelos o mais próximo do tronco.
|
|
-
Uma corda é colocada na altura do peito do aluno, para mantê-lo
seguro ao encosto da cadeira, eliminando, assim, a ação de
embalo do tronco durante o gesto motor.
|
|
|
Pontuação:
Medir
a distância entre os pés dianteiro da cadeira e o primeiro ponto
de contato da bola com o solo.
|
|
Validade:
r = .77
|
Objetividade
:
r = .99
|
|
Equipamentos:
Cadeira,
fita adesiva, trena, corda e uma bola de medicine ball de três
quilos.
|
\n';
document.write(barra);
}
}
changePage();
tr>
|
Fatores
Gerais
:
|
Horário e tempo para treinamento
|
|
Material
|
|
Idade
|
|
Sexo
|
|
Condição física inicial
|
|
Número de Exercícios por Sessão
|
|
Ordem Anatômica
|
|
Objetivo
|
|
|
Fatores
Técnicos
|
a)
Repetições ( Reps )
-
constituí a unidade da estrutura de um programa,
consistindo em uma execução de um determinado movimento.
|
|
|
Existe
uma correlação entre o número de repetições dos exercícios e o
percentual de peso a ser superado. A definição do número de repetições
e o peso, determinam o tipo de trabalho e o objetivo do aluno com o
treinamento de musculação. |
 |
|
Fig.
Correlação entre o número de repetições e o percentual de peso
máximo (
Matveiev,1991; citado por Zakharov,1992:121 ) |
|
|
|
b)
Set ou Grupo
-
É o conjunto de movimentos de um exercício executado sem
intervalo entre si ( Cossenza,1990 ).
Ex:
3 sets de 10 repetições
Em
relação ao número de sets, o treinamento pode ser dividido tanto em
relação ao nível de condicionamento físico do aluno, quanto em relação
ao objetivo deste. |
|
Número
de Sets para cada exercício:
|
Iniciantes: 1 a
2
|
|
Intermediários: 2 a
4
|
|
Avançados: + 3
|
|
|
Quanto
ao objetivo:
|
Estético, perda de peso: 2 a 3
|
|
Hipertrofia: 3 a 4
|
|
força pura: + 4
|
|
|
c)
Série -
Representa uma sessão de treinamento, é o conjunto de todos os
sets e repetições que serão realizados. |
|
d)
Intervalos -
É o tempo de recuperação ( pausa ) que deve ser utilizado entre
os exercícios, os sets, e as
passagens ( Cossenza,1990 ).
|
|
Objetivo:
Restaurar parcial ou totalmente as fontes energéticas.
|
|
Tempo
de Recuperação do Sistema ATP-PC
|
|
1 min.
|
80%
|
|
2 a 3 min.
|
90%
|
|
5
a 10 min.
|
100%
|
|
|
|
|
e)
Freqüência de treino
- Depende dos
objetivos do programa, da disponibilidade de tempo do aluno e do tempo de
restauração (recuperação) das fontes energéticas
de uma sessão para outra de
treino. |
| Recuperação
do Glicogênio: |
| 10
horas |
60%
|
| 24
a 48hs |
100%
|
|
|
Objetivo
:
Em programas de musculação visando os aspectos estéticos,
o número de sessão de treinos deverá ser de 3 a 4 vezes por semana. Em
programas de emagrecimento, o treino de musculação deverá ser de 2 a 3
sessões de comum acordo com as sessões cardiorrespiratórias ao longo da
semana. Já para obtenção de hipertrofia muscular, as sessões deverão
ser de 4 a 6 por semana, dependendo da condição física do praticante e
do tempo que pratica. |
|
f)
Tipos de Respiração
- a mais indicada para os alunos
iniciantes é a continuada, o
aluno respira livremente durante a execução do movimento. A respiração
bloqueada, quando o aluno trabalha em apnéia, só deve ser utilizada em
treinamentos de força pura, por atletas experientes e depois de uma
bateria de exames médicos adequados: |
continuada
|
ativa
|
passiva
|
bloqueada |
combinada. |
|
|
Quantidade
de Exercícios por Grupo Muscular:
|
|
Iniciantes: 1 a 2
|
|
Intermediários: 2 a 4
|
|
Avançados:
+ 4
|
|
|
Velocidade
de Execução:
|
|
lenta, média, rápida.
|
|
OBJETIVO
|
REPETIÇÕES
|
%
PESO
|
FORÇA
PURA
|
1-5
|
90-100
|
HIPERTROFIA
|
6-12
|
75-85
|
|
<
\n';
document.write(barra);
}
}
changePage();
h2 style="LINE-HEIGHT: normal">FORÇA
EXPLOSIVA
|
8-15
|
60-75
|
FORÇA-RESISTÊNCIA
|
15-
30
|
40-60
|
|
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Quadro:
Relação entre os objetivos do treino, repetições e o % de peso
a ser utilizado (Vianna,1997).
|
|
|
Ficha
de exercícios
Identificação:
Nome
do aluno, número de matrícula, número do programa, data do Início do
programa, tipo de programa, objetivo, etc...
número
dos exercícios
|
nome
dos exercícios
|
número
de grupos ou sets
|
número
de repetições
|
kilagem
( espaço p/ modificar o peso )
|
Velocidade
de execução |
duração
dos intervalos |
Freqüência
do aluno , tipo de respiração, observações, data da reavaliação
ou a duração do programa, etc... |
topo
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